
Criou-se então, e a meu ver bem, reafirmo, uma nova organização dos municípios por áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais.
Se queremos um Portugal moderno e competitivo, temos seguramente, que implementar uma dinâmica de desenvolvimento, assente em novos caminhos.
Explorar melhor os seus recursos numa perspectiva de procurar sempre defender um maior poder reivindicativo, uma mais adequada reorganização territorial e melhor distribuição dos recursos financeiros provenientes do Estado, deve ser um dos novos caminhos.
Todos nós devemos ambicionar viver numa região desenvolvida, forte, mas em que este desenvolvimento seja feito de forma sustentada e articulada. Uma região com um projecto comum que se paute por proporcionar uma boa qualidade de vida a todos os que nela habitam sendo certo que assim estaremos a contribuir globalmente para um País melhor.
Tendo sido o PIDDAC para este ano uma desilusão, e como todos já começámos a perceber, após a euforia de vãs promessas eleitorais, continuaremos com os mesmos problemas de acessibilidades, mais premente se torna relançar esta questão, não podendo Águeda esperar pelos outros, tem ela própria de preparar o seu futuro.
Carlos Franco

1 comentário:
Sem dúvida que precisamos de uma descentralização. Pessoalmente, sou mais favorável à regionalização, com 5 regiões dotadas de efectivas competências e recursos. Tenho receio que a descentralização das áreas metropolitanas, comunidades urbanas e comunidades intermunicipais não dê em nada por falta de competências e recursos (como, de resto, tem acontecido com as já existentes Juntas Metropolitanas de Lisboa e Porto, que sempre se limitaram a um ou dois projectos com que todas as autarquias concordavam). Por isso prefiro uma regionalização a sério.
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